CANTE ALENTEJANO
Conhece as raízes?
Chama-se Cante Alentejano, porque é, literalmente, o "canto" tradicional natural da região do Alentejo. A palavra "cante" deriva do verbo cantar e reflete a forma como a expressão popular ganhou vida e é falada pelos seus habitantes e está profundamente ligado à vida dura no campo e ao trabalho agrícola nos latifúndios.
Destaque por ser polifonia a duas partes

CRÓNICAS DA ARRÁBIDA (10)
(por Eng. Nuno David)

o futuro da Serra da Arrábida, após as sucessivas agressões que tem sofrido, afigura-se bastante sombrio se não forem tomadas medidas de consciencialização, divulgação e conhecimento dos verdadeiros valores dela (,,,)
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Tetyana Andersen, pintora ucraniana, vive há 4 anos em Setúbal, cidade que a acolheu com um abraço fraterno
Tetyana Andersen, reconhecida pintora ucraniana vive, desde há quatro anos em Setúbal. Depois de uma passagem pela zona do Reno, Nevada, nos Estados Unidos da América, decidiu conhecer o nosso país e acabou se deslumbrar com a cidade do Sado, que diz parecer-lhe saída de um pequeno conto de fadas. Por outro lado sempre ficaria mais perto do seu país e da sua cidade natal, Dnipro, que quase todos os dias é noticia pelos vários e continuados ataques do exército russo. Naquela cidade estão a sua filha e a sua neta, mas sabe que a zona onde se encontram ainda vai estando a salvo de maiores sobressaltos, Em Setúbal tem feito inúmeras amizades e reconhece no seu povo gente amistosa e fraterna, Também agradece aos portugueses no geral pela forma muito peculiar e carinhosa como tem acolhido a comunidade ucraniana que hoje se conta por alguns milhares de familias por todo o país. Tetyana Andersen tem a sua própria história de vida para contar e essa é a razão desta entrevista que lhe proponho para leitura atenta.

"Ai toc-toc o cavalinho"

Após décadas de interregno, foi em 1988 que as marchas renasceram com real vigor, por iniciativa da vereadora Paula Costa, atraindo multidões à Avenida Luísa Todi num evento que, desde então, se tornou um dos mais identitários da cidade. O desfile nesta avenida icónica, é ainda hoje o momento mais aguardado do certame, o instante em que os bairros e as coletividades se mostram ao mundo com a sua criatividade, os seus figurinos, os seus arcos e a sua música. Mas marchas setubalenses tiveram um início modesto e marcado pelas dificuldades económicas da época. As primeiras coletividades a desfilar na Praça de Touros representavam a Rua de São Sebastião, a Travessa da Saúde, a Rua Direita de Tróino, os Olhos de Água, o Largo da Portuguesa e o Largo das Machadas.
AO LONGO DE QUASE 60 ANOS FOI UM
EQUIPAMENTO QUE GRANDE PARTE DA POPULAÇÃO MAIS CARENCIADA USUFRUIU
Crónica de Rui Canas Gaspar


Iniciativa que leva a música e a tradição do fado a vários espaços da freguesia
“Fado em Setúbal 2026”











